ASPECTOS HISTÓRICOS

5f29b89e-f17b-478a-ab21-8e08645f6b43Palácio Rio Branco

O palácio primitivo começou a ser construído pelo primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa, em meados do século XVI, para ser o centro da administração portuguesa. No início era de taipa de pilão, recebendo posteriormente pequenas ampliações. Teve várias funções, como quartel e prisão. Abrigou Dom Pedro II, quando este veio em visita a Bahia em 1859. No fim do século XIX, ainda ostentava a velha fachada colonial portuguesa, símbolo de decadência na nascente República. Recebeu então uma profunda reforma, ficando pronto em 1900, na gestão do governador da Bahia, Luís Viana. Passava então a exibir um nobre e imponente estilo neoclássico, bem ao gosto francês. Em 10 de janeiro de 1912, o palácio foi um dos pontos atingidos pelo bombardeio efetuado na cidade do Salvador, a mando do Presidente da República Hermes da Fonseca. O prédio ficou praticamente em ruínas. Entre as várias perdas, a mais dolorosa foi a destruíção do rico acervo de livros raros que ficava na parte térrea. Depois daí, começou a reconstrução, sendo reinaugurado pelo governador Antônio Muniz Sodré de Aragão, em 1919. O palácio reerguido recebeu o nome de “Rio Branco”, em homenagem a um dos maiores estadistas brasileiros, o Barão do Rio Branco. Em 1984 foi feita uma restauração completa no prédio, devido ao péssimo estado de conservação em que se encontrava. Hoje abriga a Fundação Pedro Calmon, a Fundação Cultural do Estado da Bahia e o “Memorial dos Governadores”.

Fonte: https://www.wikipedia.org

9e7ce7d4-a989-4f00-a474-77bfdc2da54cMAFRO

O Museu Afro-Brasileiro de Salvador foi inaugurado em 7 de janeiro de 1982, pela então Diretora do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO), Drª Yeda Pessoa de Castro, através de um acordo entre os Ministérios das Relações Exteriores e da Educação e Cultura do Brasil, o governo da Bahia, a prefeitura da cidade do Salvador e a Universidade Federal da Bahia. Trata-se de uma instituição que se propõe defender, estudar e divulgar tudo o que se relacione com temas afro-brasileiros. Para esse fim, dispõe de uma coleção de peças de origem ou inspiração africana, ligadas quer ao trabalho e à tecnologia, quer à arte e às religiões. Neste campo, há também lugar a objetos de origem brasileira, relacionados com a religião afro-brasileira da Bahia, incluindo um conjunto de talhas em cedro de autoria de Carybé, 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia. O museu, que foi primeiro organizado por Pierre Verger, está instalado no edifício da primeira escola de medicina do Brasil, que hoje é propriedade da Universidade Federal da Bahia e localizada no Terreiro de Jesus, Centro Histórico de Salvador.

Fonte: https://www.wikipedia.org e entrevista no local.

3c79d3fc-09ec-4722-bf3d-b6403720e3eeIgreja São Pedro dos Clérigos

A irmandade surgiu no século XV, na Península Ibérica, e seus membros eram conhecidos como presbíteros seculares do hábito de São Pedro. A finalidade principal dessa irmandade é de cuidar de padres idosos, doentes ou já aposentados e que não pertençam a nenhuma ordem religiosa específica. Como padroeiro, foi escolhido São Pedro, o principal dos apóstolos que seguiram a Cristo. No Brasil, a Irmandade de São Pedro dos Clérigos de São Salvador da Bahia foi instaurada ainda no século XVI, durante o episcopado de Dom Antônio Barreiros, terceiro bispo brasileiro, no Terreiro de Jesus, Pelourinho. As tendências artísticas da época podem ser notadas nos altares e no arco cruzeiro, que são entalhados numa transição entre o estilo rococó e o neoclássico. Ocupando posição central no altar-mor, há uma imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, e nas laterais da capela-mor há duas grandes imagens dos apóstolos São Pedro e São Paulo. Missas: segundas e quintas, às 16h30 e domingos, às 11h. Visitação: seg a sex – 9 às 12h e 14 às 17h. Taxa visitação: 3,00.

Fonte: https://www.google.com.br/amp/s/patrimonioespiritual.org/2015/10/21/igreja-de-sao-pedro-dos-clerigos-salvador-ba/amp/

8bf0e382-253f-4a5b-bb19-2c0a8c453ccbMuseu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica

Dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista. “A coleção do mestre Udo Knoff é, sem dúvida alguma, uma das grandes preciosidades acolhidas pela Bahia”, declarou a especialista em azulejaria Zeila Maria de Oliveira Machado. Completa a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de azulejaria e cerâmica é o resultado da coleção particular do ceramista Udo Knoff, natural da Alemanha, radicado na cidade do Salvador, Bahia, desde o ano de 1952.“ Ao vender sua coleção, Udo Knoff acreditava que a criação de um Museu de Azulejo seria a melhor forma de preservá-la, além de possibilitar a abertura de um espaço de oficinas como meio de educar a comunidade para respeitar e valorizar tal acervo”, explica Ana Liberato, diretora da Dimus. Contendo peças de autoria do ceramista, além de azulejos dos séculos XVII ao XX de origem portuguesa, inglesa, francesa, holandesa, mexicana e belga, telhas vitrificadas, pratos, jarros e reproduções de azulejos antigos, o acervo do museu foi recolhido em grande parte de casas em processo de demolição no estado da Bahia. No ano de 1994, o Banco do Estado da Bahia (BANEB) adquiriu parte da coleção e inaugurou o Museu BANEB de Azulejaria e Cerâmica Udo Knoff. Após cinco anos, a Instituição passou por processo de privatização e esse acervo foi doado ao Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC). Em 2003 o museu foi reaberto com novo nome: Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica. Desde então o museu vem apresentando o acervo de forma sistemática. A proposta é exibir a coleção, identificando os azulejos e as peças de criação do ceramista Udo Knoff. Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado.

Fonte: https://www.guiadasartes.com.br/bahia/salvador/museu-udo-knoff-de-azulejaria-e-ceramica e entrevista no local.

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