Temperatura

Grandeza física
Grandezas físicas são aquelas grandezas que podem ser medidas, ou seja, que descrevem qualitativamente e quantitativamente as relações entre as propriedades observadas no estudo dos fenômenos físicos.
Em Salvador, na Bahia, vive-se um paradoxo: De um lado, bairros com chuva forte, frio e as vezes até neblina e do outro sol escaldante, um calor alucinante e muitas vezes mormaço. Essa equação de dois elementos distintos demostra um desafio para as pessoas que convivem com esse comportamento de temperatura.

radiação: a radiação climática, em linhas gerais, pode ser definida como todo o calor recebido pela atmosfera, a maior parte advinda do sol, mas que também recebe a influência dos seres vivos e dos elementos naturais e artificiais que refletem o calor já existente. A radiação solar manifesta-se em diferentes tons de intensidade ao longo do planeta, o que contribui para a formação das chamadas zonas térmicas ou climáticas da Terra.
temperatura: é a mensuração do calor na atmosfera, podendo ser medida em graus celsius (ºC) ou em outras unidades de medida, como fahrenheit (ºF) e o kelvin (K).
Altitude: quanto maior a altitude, mais rarefeito se torna o ar. Consequentemente, a temperatura tende a ser menor, pois nessas condições as moléculas de ar, em baixa concentração, não conseguem reter calor e umidade.

 

Mapa

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Houve um aumento na temperatura com o decorrer dos anos devido a fatores climáticos ( desmatamento, poluição industrial, queimadas etc. ) e uma variação térmica de 27.0 a 28.0 constante.

 

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DIÁRIO DE BORDO

JANAYNA ALMEIDA:

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JanaynaAlmeida

 

Vou contar um pouco da minha experiência com o projeto “Um Novo Olhar Sobre Salvador”, diferente das outras pessoas eu não tive tantos momentos bons dentro desse roteiro. As experiências se tornaram cansativas e causavam medo, pois a cada esquina a falta de segurança pública em Salvador é extremamente perceptível. Alguns dos locais são de difícil acesso, são de tamanho fedor e sujeira que causavam ânsia. A Barra é um lugar bonito se visto das belas fotografias, mas os detalhes são assustadores. Algumas das pessoas responsáveis por nos apresentar os espaços não tinham preparo, eram apresentações rasas. O projeto me fez repensar bastante sobre a vinda dos Portugueses para o Brasil, a colonização ainda tem forte influência nos dias de hoje e a maioria delas negativas. Nós, brasileiros somos ricos em culturas, mas pobres em embasamento sobre a mesma. Eu, que fui criada em um país europeu noto a diferença no primeiro contato com as pessoas e lugares. Os olhares são discriminatórios e tive que ter bastante pulso. Não me senti confortável inúmeras vezes por ser impedida de tirar fotos com os monumentos históricos pela falta de proteção para conosco, mas em contrapartida era visível a proteção exacerbada com os turistas. “Um Novo Olhar Sobre Salvador” é realmente um tema instigante, mas cada pessoa enxerga as coisas da sua forma. Salvador é uma cidade linda e marcante. Alguns lugares me deixaram surpresa pois são tesouros que eu nunca imaginei que pudesse existir. Agradeço aos Orientadores deste belíssimo projeto, ainda que bastante complexo, mas enriquecedor. Vale ressaltar que somos donos de coisas espetaculares, mas pra que nós nos tornassemos donos de tudo isso, muitas pessoas lutaram, sofreram e morreram. Em cada detalhe há sofrimento mas também há vitória. Eu concluo com a sensação de “Quero Mais” pois estou em constante estado de aprendizado e pretendo não parar.

 

MOACIR DA SILVA:

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Moacir da Silva

Tive a honra de conhecer o Forte São Diogo, localizado no alto de Santo Antônio da Barra, o atual bairro da Vitória, em Salvador.

O Forte São Diogo foi construído com o intuito de impedir o desembarque de qualquer inimigo naquele acesso ao sul de Salvador, na cidade Baixa. Agia juntamente com o Forte de Santa Maria.

Na nossa visita ao Espaço Carybé de Arte, encontramos uma estrutura totalmente tecnológica, que envolve seus visitantes. Logo na entrada encontramos duas guias que nos ajudaram a conhecer melhor o local. Quando adentramos o espaço a primeira coisa que vimos foram várias ilustrações do artista Carybé, e no mesmo local, você pode fazer obras de arte virtualmente.

É um local muito interessante e curioso, vale a pena conhecer.
Seus dias de funcionamento são: segundaquartaquinta e sexta (10hàs 17h), sábado e domingo (11hàs 19h). Funcionamento gratuito todas as QUARTAS.

 

 

 

ANA CAROLINA MACHADO & LOUISE REIS:

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Ana Carolina Machado
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Louise Reis

Tivemos o prazer de conhecer o Museu Náutico da Bahia localizado no forte de Santo Antônio da Barra, popularmente conhecido como Farol da Barra. Sem dúvidas, dos pontos que pegamos é o mais rico em história e nos permite o mais belo visual.
O museu traz consigo informações sobre a hidrografia, navegações, naufrágios e sinalização náutica. Possui também algumas peças da arqueologia submarina, maquetes, linhas do tempo, mapas antigos e conjuntos arquitetônicos militares, que é a principal atração. Fomos recebidos por guias e marinheiros que nos acompanharam num tour pelo Museu, onde tivemos uma aula de campo muito divertida. Nesse passeio pelo Museu, vocês também conseguem subir no ponto mais alto do farol, que tem uma vista incrível onde tivemos a oportunidade de assistir o pôr do sol. Um passeio gratuito apenas para os estudantes da escola pública fardados,  aos demais a inteira é 15,00 reais. e a meia 7,50 para menores e idosos. Vale a pena o passeio!

 

ELIAS ALMEIDA:

 

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Elias Almeida

Espaço Pierre Verger – Forte Santa Maria
O Forte de Santa Maria, no Porto da Barra, foi construído a partir de 1614 com projeto do engenheiro-mor e dirigente das obras de fortificação do Brasil, Francisco de Frias da Mesquita. Sua fachada ainda exibe o emblema do Império do Brasil. Foi tombado pelo Iphan, em 1938, e é administrado pela Marinha. Desde maio de 2016, abriga o Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana, onde destaca o trabalho do fotógrafo francês. A mostra permanente está dividida em seis eixos principais: Retratos (as primeiras fotografias feitas na Bahia, retratos de personalidades importantes), Paisagens urbanas (registros de ruas, bairros e marcos da cidade), Cultos Afro-brasileiros (flagrantes de momentos cerimoniais), Interior da Bahia (projeção de imagens editadas e musicadas), Cenas do cotidiano (fotos de capoeira, carnaval e festas populares), e Fotografia Contemporânea (ensaios de outros fotógrafos). Onde (endereço): Avenida Sete de Setembro, s/n – Forte de Santa Maria – Salvador/BA Horário funcionamento: De quarta à segunda, das 11h às 19h. Quarta-feira o acesso é gratuito.

 

 

ASPECTOS GEOGRÁFICOS

 

  • A Barra é um bairro de Salvador, capital da Bahia, localizado na extremidade da península da cidade (ao sul); pertence a Região Administrativa VI, de mesmo nome. Possui uma localização geográfica única no mundo, onde é possível ver tanto o nascer quanto o pôr-do-sol no mar, pois ocupa o vértice da península em que está a cidade. É banhada pelo Oceano Atlântico de um lado e de outro está a Baía de Todos os Santos em sua parte interna. E preserva em sua paisagem um acervo histórico e arquitetônico valioso para o Brasil, sendo o Farol da Barra seu ícone mais famoso, ao lado dos fortes de Santa Maria e São Diogo. Suas praias, o Porto da Barra e o Farol da Barra, são frequentadas por diferentes públicos, que se desdobram em suas areias e águas calmas e cristalinas, boas para a prática do mergulho e esportes náuticos.

Até os anos ’60, as praias da Barra eram as mais populares de Salvador e ainda são muito freqüentadas. Hoje, é um dos bairros mais agitados da cidade, com intensa vida noturna e praias iluminadas. O Porto da Barra foi considerado uma das melhores praias do mundo pelo CNN.

  • Neste prójeto, nos foi solicitado, fazer uma carta geográfica referente aos locais supracitados nos ‘aspectos históricos’. Você pode conferir logo abaixo:

 

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Apresentação

Alunos: Ana Carolina, Louise Reis, Janayna Almeida, Moacir da Silva, Elias Almeida.

Olá leitor, antes de tudo permita a nossa apresentação, somos alunos do terceiro ano do Colégio Estadual Thales de Azevedo –Sala 3m2- e estamos imensamente gratos pela sua visita ao nosso site.

Neste período do ano estamos participando de um projeto denominado “Um novo olhar sobre Salvador” que consiste em etapas de visitação de determinados locais históricos, pesquisas de campo para algumas matérias, apresentações etc.

Estamos na etapa de construção de um site web onde os devidos alunos devem publicar conteúdos que  foi solicitado anteriormente pelas coordenadoras do projeto.

Bom, você está em um blog didático e nesta seção “Orla 2” você irá encontrar: aspectos históricos, aspectos geográficos e aspectos culturais referentes a Barra localizada em Salvador BA, e o Diário de Bordo de cada um dos componentes deste grupo onde você poderá  ler o registro dos acontecimentos mais importantes da nossa experiência.

Diário de Bordo

Diário de bordo : nossa equipe iniciou as visitas tendo como primeiro local a igreja da ordem terceira de São Domingos Gusmão , colhemos informações necessárias sobre o local e tiramos algumas fotos de pontos importantes da igreja . Saímos com uma nova visão sobre a arquitetura do local que nos surpreendeu muito pelo seu estilo .

Após essa visita , no mesmo dia visitamos a igreja e convento da ordem terceira de São Francisco , repetimos o processo de colher informações e tirar fotos , aproveitamos bastante o momento para conhecer um pouco da história da nossa cidade também , o que foi muito proveitoso . Encerramos duas visitas no dia 10/7.

Após as duas últimas visitas nos reunimos novamente no dia 15/07 para visitarmos os últimos dois locais ( centro cultural solar ferrão e museu de arqueologia e etnologia da UFBA ) .
Primeiramente visitamos o centro cultural solar ferrão , onde repetimos nosso roteiro de colher as informações do local e tirar fotos dos pontos mais importantes e significativos , o mais uma vez saímos com um aprendizado tanto no contexto histórico quanto no cultural .
Logo depois dessa visita , a equipe se dirigiu ao museu de arqueologia e etnologia da UFBA , realizamos nosso processo de coleta de informações e fotografia dos pontos mais importantes do local , e pesquisamos sobre a influência indígena para Salvador .

O grupo em alguns momentos se dividiu , porém o trabalho saiu como esperado , e cumprimos o nosso ônus com êxito .

Centro Histórico – Aspectos Gerais Históricos e Geograficos

Centro Histórico de Salvador (CHS) compreende a área histórica da cidadede Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia, composto por ruas e monumentos arquitetônicos da época do Brasil Colônia. Abrange áreas do Pelourinho, da Sé, Terreiro de Jesus, Largo do São Francisco e Santo Antônio Além do Carmo. A via principal de acesso é a tradicional Rua Chile, que inicia na Praça Castro Alves e termina na Praça da Sé. É o maior conjunto arquitetônico do período colonial da América Latina, sendo um local altamente turístico com museus, lojas, centros culturais, igrejas, apresentações musicais, variadas opções gastronômicas e de hospedagem e comércio de souvenirs em meio aos diversos casarões e sobrados coloniais.

A região é extremamente rica em monumentos históricos que datam do século XVII até o início do século XX. Isso porque Salvador foi a primeira capital colonial do Brasil e a cidade é uma das mais antigas do Novo Mundo (fundada em 1549 por colonizadores portugueses). Foi também um dos primeiros mercados de escravos do continente, que chegaram para trabalhar nas plantações de açúcar e, posteriormente, para a extração de ouro nas Minas Gerais.

Esta área está na parte mais antiga da cidade, entre a Cidade Baixa e a Cidade Alta de Salvador e pelo qual existe o Elevador Lacerda para interligá-lo. Ela compreende várias ruas, ladeiras e becos em torno da Praça Municipal, Barroquinha, Avenida J.J. Seabra, Avenida Sete de Setembro e Comércio.

Entre 1938 e 1945, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) promoveu o tombamento de vários monumentos como patrimônio nacional, o que não foi suficiente para impedir a sua degradação. Isso se acentuou principalmente depois de 1960, quando o local perdeu importância para as novas áreas de expansão urbana. Somente em 1984 o IPHAN promoveu o tombamento de uma área extensa, de 80 hectares, necessária para que a UNESCO declarasse esse sítio Patrimônio Mundial, em 1985. Desde então, o local passa por vários processos de restauração e revitalização, visando a preservação da área histórica da cidade.

A cidade foi fundada em 1549 por Tomé de Sousa para ser a sede do governo português no Brasil. Sua construção se deu inicialmente em cima de uma escarpa, de forma que ficasse protegida de ataques inimigos, e o primeiro traçado das ruas da cidade é creditado ao arquiteto português Luís Dias. Depois, a cidade se expandiu em direção ao mar, ocupando uma estreita faixa costeira. Nascia aí a divisão de Salvador em cidades Baixa e Alta. A ligação entre essas duas cidades sempre foi complicada. Com o tempo, foram abertas ladeiras e caminhos, construídos guindastes e, em 1872, construído um dos principais cartões-postais da cidade, o Elevador Lacerda, hoje totalmente integrado à paisagem e ao cotidiano do povo soteropolitano.

fase monumental de Salvador, nas palavras do historiador da Arte estadunidense Robert Chester Smith, se inicia em meados do século XVII, com a transição do estilo arquitetônico renascentista para o barroco. As principais igrejas, solares e monumentos são construídos nesse período, entre eles a a Igreja do Carmo, a Igreja e Convento de Santa Teresa, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, a Casa de Câmara e Cadeia, o Palácio do Governador o Terreiro de Jesus e a série de sobrados e construções do Pelourinho, entre outros.

 

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Centro_Histórico_de_Salvador

ASPECTOS HISTÓRICOS

 

 

BARRA: O bairro localiza-se na entrada da Baía de Todos os Santos e tem mais de 500 anos de história. Aqui começou a colonização portuguesa da cidade. Em 1501, o padrão de posse português foi instalado no local do atual Farol da Barra.

Em 1549, Thomé de Sousa desembarcou no Porto da Barra para fundar a primeira capital do Brasil. O bairro possui três fortes históricos e uma das igrejas mais antigas da Cidade: a Igreja de Santo Antônio da Barra.

Com o naufrágio do Galeão Sacramento, no século XVII, constrói-se o Farol da Barra no intuito de orientar os navegantes, tornando-se, depois, um dos marcos da cidade de Salvador. No início do século XX, a Barra era zona de veraneio da burguesia soteropolitana, tornando-se, na década de 60, um dos pontos de encontro de tropicalistas e hippies. Hoje, o bairro da Barra possui moradias, comércio, bares, praias, patrimônios históricos e faz parte do circuito oficial do carnaval.

  • -FAROL DA BARRA – FORTE DE SANTO ANTÔNIO DA BARRA
    Localizado dentro do Forte de Santo Antônio da Barra, o Farol é o maior cartão postal da Barra, talvez da cidade de Salvador – disputa apenas com o Elevador Lacerda – e, ainda hoje, guia os navegantes que percorrem as águas ao alcance da sua luz. O Farol marca, imponente, a divisão da cidade em duas: a banhada pelas águas abertas do Oceano Atlântico, de praias agitadas e faixas largas de areia, e a banhada pelas águas calmas da Baía de Todos os Santos. O Farol da Barra foi o primeiro de todo o continente americano, tendo sido acrescentado ao Forte de Santo Antônio da Barra no final do século XVII. Em frente a ele, o Edifício Oceania (construído em 1942) é um belo exemplar da arquitetura moderna da cidade. O Forte de Santo Antônio da Barra, tombado pelo patrimônio nacional, é uma construção dos séculos XVI e XVII. Teve um papel importante na luta contra a invasão holandesa, na guerra da Independência e na Sabinada. Atualmente, o forte abriga o Museu Náutico da Bahia que guarda histórias e lembranças de navios naufragados na costa baiana, além de um acervo constituído de mapas, equipamentos de navegação, maquetes de antigas naus e caravelas portuguesas e espanholas. Essa fortificação foi iniciada pelo primeiro donatário da Capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, em 1536, tendo originalmente forma de torre com dez lados. Ampliado e reformado entre 1583 e 1587 por Manoel Teles Barreto, sofreu alterações entre 1602 e 1702, inclusive ganhando seu terrapleno.
Farol Santo Antônio da Barra: FAROL FONTE: Moacir da Silva
Farol Santo Antônio da Barra: Atalho FONTE: Ana Carolina Machado
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Farol Santo Antônio da Barra: Atalho FONTE: Louise Reis

 

 

 

 

 

 

 

 

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Farol Santo Antônio da Barra: Componentes do projeto visitando o local. FONTE: Anoni
  • -FORTE DE SANTA MARIA

Construído na antiga Vila Velha em pequena saliência sobre arrecifes, tem a sua construção datada do século XVII, sofreu reformas no século seguinte. Ao alto da entrada, o emblema do Brasil Império. Ao lado da porta, uma lápide que diz: “Aqui desembarcaram aos 9 de Maio de 1624 os hollandezes commandados por Albret Shouten e aos 30 de Março de 1625 as primeiras tropas restauradoras de Fradique de Toledo Osório. 19.I.G.+H.B.38.” Próximo dali, avistamos a herma de Stefan Sweig. Há alguns anos, funcionava, no largo em frente ao forte, uma feira de venda de peixes depois desativada.

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Forte Santa Maria: Exposição de quadros. FONTE: Ana Carolina Machado
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Forte Santa Maria: Parte frontal. FONTE: Anonimo
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Forte Santa Maria: Interior. FONTE: Louise Reis

 

 

 

 

 

 

 

 

  • FORTE DE SÃO DIOGO
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    Forte São Diogo: Monumento. Fonte: Google

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    Forte São Diogo: Paisagismo. FONTE: Moacir da Silva

 

Graciosamente construído na borda do morro de Santo Antônio, na antiga Vila Velha, quase encoberto, tomou parte ativa nos combates contra os holandeses, em 1624 e 1625. A sua edificação remonta ao século XVI. Ao alto da entrada, vê-se o emblema do Brasil Império. Bem em sua frente, encontramos o monumento comemorativo do desembarque de Tomé de Souza no Brasil.

O “Forte de São Diogo” localiza-se na cidade do Salvador, estado da Bahia, no Brasil.

Situa-se na atual Praça Azevedo Fernandes, no bairro da Barra, no sopé do morro de Santo Antônio, do lado direito da praia do Porto da Barra, local onde anteriormente existiu o Castelo do Pereira. Próximo ao forte também se situam a Igreja de Santo Antônio da Barra e o Instituto Mauá, este já na Avenida Sete de Setembro.

No período colonial, tinha como função impedir, com o apoio do Forte de Santa Maria, um eventual desembarque inimigo naquele acesso ao sul da cidade, então capital do Estado do Brasil.

A sua construção remonta ao período da Dinastia Filipina (1580-1640), sob o reinado de Filipe III de Espanha (1598-1621), sendo Governador Geral do Estado do Brasil D. Diogo de Meneses Siqueira (1609-1613), com planta do Engenheiro-mor e dirigente das obras de fortificação do Brasil, Francisco de Frias da Mesquita (1603-1634). Em iconografia de João Teixeira Albernaz, o velho (Planta da Cidade de Salvador, 1616) figura como “Estância de São Diogo”.

Foi ampliado e transformado num forte com a função de impedir o eventual desembarque no único porto seguro existente na entrada da baía de Todos os Santos, alvo de eventuais invasores que pretendessem atacar a cidade pelo lado sul.

No contexto das Invasões neerlandesas no Brasil foi reconstruído a partir de 1626, durante o Governo Geral de Diogo Luís de Oliveira (1626-1635), resistindo, ainda em obras, ao ataque de abril-maio de 1638 do conde Maurício de Nassau (1604-1679). (BARRETTO, 1958:172)

O século XVIII

A fortificação sofreu alterações no seu traçado a partir de 1704, que lhe conferiram a atual estrutura orgânica, em que o terrapleno acompanha a linha da base do morro, cortado para a sua edificação.

Foi reinaugurado em setembro de 1722, quando passou a contar com uma bateria de 7 peças de artilharia. De acordo com iconografia de José António Caldas, apresenta o traçado de um meio reduto circular aberto com parapeitos à barbeta. Sobre o terrapleno ergue-se edificação de dois pavimentos abrigando as dependências de serviço – Casa de Comando, Quartel da Tropa, Casa da Palamenta e outras. (“Planta, e fachada do forte de S. Diogo”. In: Cartas topográficas contem as plantas e prospPlanta e perspectiva do Forte de São Diogoectos das fortalezas que defendem a cidade da Bahia de Todos os Santos e seu reconcavo por mar e terra, c. 1764. Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa)

Esteve guarnecido com 1 Capitão comandante e 2 soldados artilheiros, e artilhado com 5 peças de ferro do calibre 12 libras e 2 de bronze do calibre 8, (BARRETTO, 1958:173) presumivelmente em meados do século XVIII.

O século XIX

No contexto da Questão Christie (1862-1865), o “Relatório do Estado das Fortalezas da Bahia” ao Presidente da Província, datado de 3 de agosto de 1863, dá-o como reparado, (ROHAN, 1896:51) citando:

Naquele ano (1863) encontrava-se ocupado pela Companhia de Inválidos. (MATTOS, 1864:S6-05). Passou por novas reformas, nas canhoneiras e parapeitos, em 1875, 1883 e 1886. (GARRIDO, 1940:86) SOUZA (1885) informa que mantinha, à época (1885), 4 peças de artilharia, nas muralhas abandonadas. (Op. cit., p. 93)

O século XX

À época da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o forte encontrava-se desarmado em 1915, e à da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), abandonado em 1940. (GARRIDO, 1940:86) BARRETTO (1958) adita que à época (1958), o Círculo Militar ocupava uma das dependências do forte.

Atualmente, o forte encontra-se restaurado e aberto ao público, convertido em Centro Cultural, com programação regular de eventos. A sua guarnição apresenta-se trajada com o uniforme histórico do 1.º Regimento de Infantaria da Bahia, dentro do projeto de revitalização das Fortalezas Históricas de Salvador, da Secretaria de Cultura e Turismo em parceria com o Exército Brasileiro.

Para os aficcionados da telecartofilia, sua fachada e acesso ilustram um cartão telefônico da série Fortes de Salvador, emitida pela Telebahia, em junho de 1998.

Características arquitetônicas:

Exemplar de arquitetura militar, abaluartado, de tipo italiano. Apresenta planta irregular. Em seu terrapleno ergue-se a casa de comando com dois pavimentos. É acedido por Portão de Armas encimado por brasão de armas. Possui uma guarita.

Atualmente:

Os soteropolitanos e turistas vão ganhar uma nova opção de lazer que combina história e arte. Os fortes de Santa Maria e São Diogo foram revitalizados e serão inaugurados nesta quinta-feira, 12, a partir das 18h, com solenidade no Forte São Diogo, no Porto da Barra, resultado de parceria entre a 6ª Região Militar e a prefeitura de Salvador.

Em setembro de 2014, o Comando da 6ª Região Militar concedeu à prefeitura municipal, por intermédio de termo de cessão de uso de áreas, espaços dentro dos fortes em contrapartida da revitalização dos sítios.

Os fortes permanecem sob a administração do Exército Brasileiro, por intermédio da 6ª Região Militar. Já a gestão dos espaços adaptados (Carybé de Artes, no São Diogo, e Pierre Verger de Fotografia Baiana, Forte de Santa Maria) e a manutenção das instalações dos fortes serão de responsabilidade do município.
[18:44, 27/8/2018] Nina: Interatividade

Além disso, as áreas externas das edificações contarão com bistrô, onde empresas privadas vão oferecer serviços de alimentação. “As características arquitetônicas foram mantidas e a pintura foi reformada”, disse o chefe da seção Comunicação Social da 6ª Região Militar, coronel Emanuel Sales.

Os espaços de arte, 94 metros quadrados, no Santa Maria, e 90 m², no São Diogo, contam com acervo digital com mais de quatro mil fotografias, obras de arte, exposições com óculos virtual, projetores e totens interativos em alta tecnologia.

A visitação nas fortalezas continuará gratuita na área externa das 8h às 22h. Já nos espaços de arte, cedidos à prefeitura, o ingresso custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), das 11h às 19h, todos os dias, com exceção das terças-feiras. O ingresso vale para o acesso às duas exposições.

(Fontes: [20:16, 27/8/2018] Nina: http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/1769880-fortes-santa-maria-e-sao-diogo-reabrem-com-espacos-de-arte
[20:17, 27/8/2018] Nina: http://fortalezas.org/?ct=fortaleza&id_fortaleza=79&muda_idioma=PT)

 

  • -IGREJA DE SANTO ANTÔNIO DA BARRA

 

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Igreja Santo Antônio da Barra: Parte frontal. FONTE: Janayna Almeida

 

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Igreja Santo Antônio da Barra: Exterior. FONTE: Janayna Almeida

A igreja está situada no alto de uma colina, de onde se domina a barra e extensa área da Baía de Todos os Santos. A colina, pouco edificada, está tombada pelo IPHAN como sítio paisagístico (GP-1). O Decreto Municipal nº 4.524 de 01.11.1973 considerou a colina como área non aedificandi (GP-1).
Edifício de notável mérito arquitetônico. A igreja é de nave única com um pseudo corredor do lado esquerdo superposto por tribunas. A fachada apresenta alto frontão triangular e duas torres terminadas em pirâmide, revestidas de azulejos. Nas paredes laterais da nave, pendem seis quadros a óleo alusivos à vida de Santo Antônio. A pintura do teto (1884), de autor desconhecido, refere-se à glorificação do santo. Na sala dos milagres encontra-se ex-votos populares. Dentre a imaginária, destaca-se Santo Antônio em tamanho natural com faixa de oficial do exército.
Esta igreja, embora modificada, representa um interessante testemunho da evolução das igrejas baianas em direção à planta de corredores laterais superpostos por tribunas. Sua planta e fachada se assemelham muito à primitiva igreja de São Bento do Rio, de nave única, embora o corredor lateral ainda não esteja perfeitamente definido como em São Bento. Sua ala esquerda, mais larga que a torre, não é um simples corredor; ela abriga muitas outras funções. Embora no andar superior exista uma circulação ao longo da nave, no andar térreo esta circulação não é possível. A igreja conserva alguns elementos arcaicos, como o acesso ao 1º andar, pelo exterior, e a capela-mor recoberta por abóbada de berço. Sua fachada terminada por frontão clássico flanqueado por torres recobertas por pirâmides azulejadas é do mesmo tipo de São Bento do Rio e da Matriz de Maragogipe (Ba). A presença de três arcos de acesso, à maneira de uma galilé, a tornam particularmente semelhante à igreja carioca.

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Igreja Santo Antônio da Barra: Interior. FONTE: Janayna Almeida

Histórico arquitetônico: 1595/1600 – Solon de Mello Morais, citando os registros dos embargos reais de 1626, afirma que a fundação desta igreja se deu entre os anos de 1595/1600. O padre Antônio Vieira refere-se a ela em informações enviadas ao padre geral da Companhia de Jesus; 1752 – Segundo Luís Viana Filho, teria vindo da África, nesse ano, uma imagem de São José, patrono de uma sociedade de traficantes de escravos, cuja “Irmandade”, espécie de sindicato, funcionava na igreja. Essa imagem, que não mais se encontra no templo, foi consignada em 1946 como existente na sacristia; 1884 – Foi restaurada nesse ano pelo professor F. J. R. Sales, em cumprimento da promessa do devoto Leovídio Carlos Bacelar.

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Igreja Santo Antônio da Barra: Interior. FONTE: Janayna Almeida

 

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ORLA 1

 

APRESENTAÇÃO

O trabalho a seguir será apresentado para os leitores como o projeto “um novo olhar sobre salvador” do colegio Thales de azevedo, com foco no corredor da vitória largo da graça. É denominado o local no projeto como orla 1.

A seguir iremos nós aprofundar mais no local tendo um trabalho de campo, adquirindo conhecimento e experiência com os estudos, em cada ambiente, sendo assim um projeto bastante visado para o aluno aprender mais sobre a sua terra.

Nesse roteiro terá incluido:
-palacete das artes
-museu geologico da Bahia
-museu de arte da Bahia
-paroquia nossa senhora da vitória

Terá contido nesse trabalho:
1)Aspectos históricos
2)Aspectos geográficos
3)Diario de bordo

ASPECTOS HISTÓRICOS

MUSEU RODIN BAHIA (PALACETE DAS ARTES)

O museu foi instalado nas dependências do Palacete Comendador Bernardo Martins Catharino, também chamado de Palacete Comendador Catharino e Palacete Martins Catharino, em Salvador. O responsável pela idealização do museu é o artista plástico baiano Emanoel Araújo, coordenador das exposições Rodin e ex-diretor da Pinacoteca de São Paulo, numa parceria com o diretor do Museu Rodin Paris Jacques Vilain.O museu fortaleceu os laços artísticos e culturais entre a França e a Bahia e tornou-se um dos três grandes vetores das artes plásticas na Bahia, ao lado do MAB e do MAM-BA.O desenho arquitetônico para o restauro do palacete para abrigar o museu foi dos arquitetos Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci.AcervoLogo no início, o museu comprou quatro obras em bronze do museu Rodin francês ao preço de R$ 3,30 milhões. “O Homem que Anda sobre a Coluna”, “Jean de Fiènnes Nu”, “A Mártir” e “Torso de Sombra” são elas e ficaram dispostas no jardim do Palácio.Além deles, o museu receberá 62 obras em regime de comodato com o Museu Rodin de Paris até julho deste ano (2009). A negociação foi iniciada em 2007 mas só foi concluída neste ano, em razão da necessidade de ser reiniciada com a mudança de governo na França]. Elas estão expostas nos suntuosos salões do palacete.O museu também abriga exposições temporárias , tal como a A Pele dos Filhos de Gea, uma mostra de 50 fotografias e quatro esculturas das espanholas Isabel Muñoz e Maribel Doménech que passou pelo museu em agosto de 2007 WhatsApp Image 2018-08-10 at 23.50.34.
https://www.guiadasartes.com.br/bahia/salvador/museu-rodin-bahia

MUSEU DE ARTE DA BAHIA

Ná avenida Sete de Setembro no bairro da Vitória , fundado em 1918 é o museu mais antigo da Bahia e um dos dez primeiros fundados no Brasil .Foi fundando com a ideia principal de ser depositório do pratrimônio histórico, etnografico e científico da Bahia. Desde 1982 se encontra instalado no Palácio da Vitória , predio com arquitetura em estilo neocolonial que servia antes desse período como sede da Secretaria de Educação e Saúde. Possui um acervo com aproximadamente 5000 obras de muito valor histórico e artistico , além de cerca de 12000 livros. A parte mais considerável do seu acervo hoje vem da coleção de obras de artes de Jonathas Abbott , médico inglês radicado em Salvador na primeira metade do século XIX.O Palácio da Vitória, atual sede do Museu de Arte da Bahia, localiza-se na Avenida Sete de Setembro, no trecho conhecido como “Corredor da Vitória”, no bairro homônimo de Salvador. O local é uma área de destaque na cidade por ter abrigado, até meados do século XX, mansões pertencentes a famílias tradicionais da sociedade baiana.No terreno onde hoje se localiza a sede do MAB existia, no início do século XIX, um palacete erguido a pedido do rico comerciante de escravos José de Cerqueira Lima. Após sua aquisição por Francisco Pereira de Almeida Sebrão, em 1858, o palacete foi transformado no Colégio São José, instituição de grande relevância na história da evolução pedagógica e cultural da Bahia. Em 1879, adquirido pelo governo, o palacete passou a ser utilizado como residência oficial dos presidentes da província. Após a Proclamação da República em 1889, prosseguiu como residência oficial, sob a denominação de Palácio dos Governadores. Durante o governo Góis Calmon (1924-1927), o palacete, em péssimo estado de conservação, foi demolido.O acervo do MAB foi formado por meio da união de diversas coleções amealhadas na Bahia por particulares e por representantes do poder público desde meados do século XIX. Destaca-se, como núcleo fundamental do acervo, a coleção do médico Jonathas Abbott, composta por pinturas baianas dos séculos XVIII e XIX e por pinturas europeias datadas do século XVI em diante. Adquirida pelo governo da província em 1871, tornou-se a primeira pinacoteca pública da Bahia.Em 1943, outra aquisição de grande relevo para o acervo foi feita pelo governo do estado. Trata-se da coleção do ex-governador Góis Calmon, reunindo peças de artes decorativas (porcelanas orientais e europeias, prataria, ourivesaria, cristais, mobiliária), imaginária sacra e pinturas. Em 1982, incorporou-se ao acervo do MAB a doação póstuma de seu ex-diretor, José pedreira, uma coleção pequena mas altamente representativa de aproximadamente 50 peças, entre móveis, objetos orientais e europeus.Nas últimas décadas, a política de ampliação do acervo desenvolvida pelas sucessivas gestões do museu tem buscado preencher lacunas significativas nas coleções de pintura, escultura e artes decorativas, notadamente no que se refere ao núcleo de pintura baiana do século XX, bem como a introduzir novos núcleos de colecionismo. Destaca-se, nesse sentido, a coleção de têxteis e indumentárias, cujo desenvolvimento foi bastante incentivado graças ao aumento de doações que se seguiram a uma mostra temporária sobre roupas infantis, sediada no museu na década de 1990.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Arte_da_Bahia

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Museu Geológico da Bahia
O Museu Geológico da Bahia foi inaugurado em 4 de março de 1975 no prédio da antiga Secretaria de Minas e Energia no CAB, com um acervo inicial de 3 mil exemplares de rochas, minerais e fósseis. O Museu foi reinaugurado em 2002 e foi instalado em ampla sede própria, construída em meados do século XX em estilo Art Déco, forma um ambiente bastante agradável, com vários pátios e jardins no Corredor da Vitória tornando-se uma ótima opção para estudantes adquirirem conhecimentos em diversas áreas das geociências como mineração, gemologia, paleontologia, meteorítica, petróleo, educação e museologia. O Museus Geológico é vinculado à Coordenação de Mineração, através da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração do Governo da Bahia. Atualmente, seu acervo conta com 2.500 amostras catalogadas de minerais, rochas e fósseis e 80 objetos sobre a técnica rudimentar de ourivesaria e mineração, além da rica documentação de caráter histórico-científico, com destaque para a coleção de quartzos. Entre as raridades de seu acervo, destaca-se o granito Azul Bahia cotado internacionalmente em cerca de US$500 cada metro quadrado, típico da Bahia, e uma réplica do meteorito Bendegó, o maior meteorito brasileiro, encontrado em 1784, no município baiano de Monte Santo e classificado como o 11º mais importante do mundo. Tem dez salas onde são expostos vários tipos de minerais e espécimes fósseis. Possui auditório, com capacidade para 125 pessoas e equipado com projetor, sistema de som digital e recursos tecnológicos.O Museu Geológico da Bahia é um centro de pesquisa e difusão do patrimônio geológico da Bahia. Conhecer o solo e as rochas onde pisamos, as riquezas do subsolo bem com os fósseis de animais que habitaram onde hoje é a Bahia, é conhecer a nossa História Geológica e também o nosso Patrimônio Nacional.O Museu Geológico da Bahia já se localizou no bairro da Pituba, sendo um museu comumente reorganizado, tanto em sua gestão quanto na dinâmica do seu acervo. A recepcionista e monitora Eliane, que trabalha no museu há 29 anos, afirma que o museu já passou por diversas mudanças físicas, e está situado no Corredor da Vitória há pelo menos oito anos.
https://roteiroalternativosalvador.wordpress.com/museu-geologico-da-bahia/

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Paróquia Nossa Senhora da Vitória

Até hoje não se pode fixar a época do levantamento da primeira ermida de N. Sra. da Vitória.Nem tão pouco quem erigiu. Há os que afirmam ter sido feita por Diogo Àlvares, o mesmo que contruira, anteriormente, a N. Sra. Das Graças, antencipando-se à chegada de Pereira Coutinho, atribuindo, outros, ao desventurado donatário da Capitania da Bahia, o levantamento do oratório de Vila Velha. Com aquela invocação, Frei Agostinho de Santa Maria, que escreveu em 1634 o “Santuário Mariano” admite ter sido levantada por Thomé de Souza o 1º governador, conforme se lê desse elucidativo trecho: “El Rey D. joão o III, mandou a Thomé de Souza, a fundar em seu nome a cidade da Bahia; assim elle foy o primeyro que lhe abrio os seus alicerces, o que fora pelos annos de 1549. E a primeira paróquia e igreja matriz que teve a cidade da Bahia, que depois se chamou cidade de São Salvador, ou Bahia de todos os Santos, foy a casa de N. Sra. Da Victoria”.A verdade é que não há base histórica dessa pretensa ancianidade vsobretudo sabendo-se, segundo o jesuita Simão de Vasconcelos, terem sido batizados os filhos de Caramurú na Igrejinha da Graça e nela se terem casado os seus descendentes, evidenciando não passar do mundo das conjeturas a situação primitiva ermida, só transformando em igreja em 1666 embora houvesse criado a freguesia em 1552.Luiz dos Santos Vilhena, autor das afamadas Cartas Soteropolitanas escreitas em 1798, ao descrever os arralbades da cidade do Salvador, assim falou sobre a zona da Graça e da Vitória: ” O que ali se acha de mayor antiguidade He a sepultura de Catharina Alvares no Mosteiro de N. Sra. da Victoria

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ASPECTOS GEOGRÁFICOS:

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DIÁRIO DE BORDO :

A minha equipe foi destinada para ir a orla 1 visitar os seguintes locais:Museu Geológico, Palacete das Artes, Paróquia Nossa senhora da Vitória e Museu das artes.
Ao entrar nos locais fomos muito bem recebidos, ficamos encantados com a gentileza do pessoal e porque a nossa classe estava reclamando por terem sido mal recebidos, ao entrarmos na igreja era tudo muito lindo, o padre Luis nos atendeu e explicou direitinho sobre o contexto histórico do local, e foi muito gentil e paciente com a gente.
No palacete das artes, a funcionária nos recebeu educadamente e abriu uma sessão só para minha equipe e mostrou obra por obra a gente, ela mostrou que a maioria das artes feita lá era de Rodim, uns dos maiores artista francês naquela época, e mostrou a sala de artes contemporâneas que era um local fascinante.
No museu geológico da Bahia foi um pouco complicado para acessá-lo, tivemos que voltar em outro dia, pois não tinha horários disponíveis para minha equipe. Ao entrar lá, nos deparamos com o maior meteorito já encontrado no Brasil, era um réplica fascinante, lá mostrava algumas réplicas de diamantes, ametistas, e construções feitas no Brasil, tendo como exemplo a fonte de petróleo da Petrobrás entre outros. Fomos convidados a assistir a história do Big Bang em uma sala de cinema mostrando com detalhes tudo o que aconteceu e como foi criado os planetas.
No Museu de Artes da Bahia, fomos muito bem recebidos, porém, não tinha uma pessoa específica para nós acompanhar, fomos olhando os lugares sozinhos sem saber a história e as curiosidades de cada arte, não temos muito o que contar sobre esse local, mas, não deixa de ser um local lindo também.
Diante de tudo o que foi dito, esse trabalho destinado aos alunos do Thales de Azevedo, serviu para conhecer mais a nossa cidade, e alguns componentes da minha equipe não sabiam que esses lugares existiam e se apaixonaram pelo lugar, foi um trabalho muito legal de se fazer e minha equipe agradece a todos do colégio por designar o trabalho a nós.

 

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