ASPECTOS CULTURAIS

INGLÊS

Alunos: Murilo Camacam, Vitória Paim e Yohan Cairo
Professora: Ângela Nunes
Turma: 3M2

Artista de Rua: Neilton
Arte: Pintor ex-timbaleiro

 

ARTES

Palácio Rio Branco

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  • O palácio primitivo começou a ser construído pelo primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa.
  • Ganhou uma magnífica cúpula e a fachada recebeu esculturas do artista italiano Pasquale De Chirico.
  • Arquitetura eclética.

MAFRO

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  • Inaugurado dia 7 de janeiro de 1982.
  • Neste campo à também um lugar com objetos de origem brasileira, relacionados com a religião afro-brasileira da Bahia, incluindo um conjunto de talhas em cedro de autoria Carybé, 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia.
  • O museu, que foi primeiro organizado por Pierre Verger, está instalado no edifício da primeira escola de medicina do Brasil, que hoje é propriedade da Universidade Federal da Bahia e localizada no Terreiro de Jesus, Centro Histórico de Salvador.

Igreja São Pedro dos Clérigos

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  • Nos balcões e sanefas das tribunas, na capela-mor, na nave e na base do altar-mor.
  • Estilo rococó e neoclássico.
  • Arquiteto- Mestre Valentim.

Museu Udo Knoff

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  • O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica é resultado da coleção particular do ceramista alemão radicado na Bahia Horst Udo Erich Knoff no ano de 1994.
  • Abriga uma coleção de azulejos dos séculos XVII ao XX de origem portuguesa, inglesa, francesa, holandesa, mexicana e belga, telhas vitrificadas, jarros e reproduções de azulejos antigos, em sua maioria recolhidos de casarões destinados à demolição.

 

DIÁRIOS DE BORDO

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Aluna: Angélica Souza
Roteiro: Centro 2
Turma: 3M2

Palácio do Rio Branco:
Tive o privilégio de conhecer a Primeira sede do governo da Bahia, situada na saída do Elevador Lacerda, que, por estar em manutenção, permite visitar apenas o térreo. Acervo pequeno, mas interessante, com arquiteturas, memórias políticas e simbologias fantásticas. Além disso, tivemos acesso a uma varanda com uma vista linda para o pôr do sol e a Baia de Todos os Santos. É de tirar o fôlego, sem custos para entrar e é ótimo para tirar belas fotos.
Igreja de São Pedro dos Clérigos de Salvador:
A irmandade de São Pedro dos Clérigos surgiu no século XV, na Península Ibérica. Não conseguimos ter o conhecimento mais aprofundado por falta de pessoas para nos dar informações sobre o local, mas, pela pesquisa que eu fiz, a finalidade principal dessa irmandade é cuidar de padres idosos, doentes ou já aposentados… Possui dois altares lindos que pertencem ao estilo rococó e neoclássico.
Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica:
O Museu Udo rico em história e arte, se divide em dois andares, sendo que no térreo, o que nos chama atenção é a imensidão de azulejos expostos de várias épocas e de diversos países de onde foram feitos, a coisa mais linda e delicada de se ver. Udo foi um excelente artista que se apaixonou pela arte dos azulejos e resolveu ir mais a fundo. Aqui mesmo em Salvador possuía um ateliê de cerâmica e tornou-se professor ceramista na escola Belas Artes. Após isso, passou à organizar e guardar todos os materiais usados no azulejo. Um acervo enriquecedor que nos trás conhecimentos incríveis.
Museu Afro Brasileiro – MAFRO:
Esse museu possui uma grande importância social e faz um resgate incrível da cultura africana que influencia muito o nosso pais, retrata o movimento negro e a violência que a juventude negra sofre. O museu nos mostra como as culturas do continente africano são ricas, complexas e contribuíram para o nosso processo de formação. Em outro espaço é impossível não cair de amores pelos painéis do artista Carybé, que retrata os orixás das regiões afro brasileiras. O museu nos passa a representação de uma sociedade mais justa e humana.

unnamed (2)Aluna: Beatriz Costa
Roteiro: Centro 2
Turma: 3M2

Meu grupo ficou responsável pelo roteiro Centro 2. Ele abrange 4 locais que se localizam no Pelourinho. Tivemos algumas dificuldades para achar os locais, já que não conhecíamos a área.
Eu me senti uma turista. Nunca havia visitado o Pelourinho antes e fiquei impressionada com a beleza dos locais, a história, a infraestrutura e etc. O primeiro local que eu visitei foi o Palácio do Rio Branco, que eu fiquei apaixonada pela infraestrutura, porém infelizmente eu não pude visitar todo o local, por que estava em reforma, mas vale a pena ir. Em segundo, visitei o Mafro, onde abrange só a cultura africana e tem várias esculturas interessantes sobre a cultura, religião e entre outros. Em terceiro, visitei a Igreja de São Pedro dos Clérigos, onde ela é em estilo rococó e o altar-mor no estilo neoclássico e no centro do altar tem a Nossa Senhora das Portas do Céu, e nas laterais tem os Santos. A infraestrutura da Igreja é incrível, vale muito a pena visitar. E por último, e não menos importante O Museu Udo Knoff, que tem azulejos incríveis de vários séculos e de vários lugares colecionados pelo Udo Knoff, que por achar os azulejos lindos e achar um desperdício jogar-os fora, ele pegava e colecionava e até depois de um tempo ele começou a estudar a arte de pintar azulejos e fazer ele mesmo. Vale muito a pena ir visitar o Museu. Agradeço os professores por este trabalho incrível, onde podemos aprender um pouco mais do lugar onde vivemos.

unnamed (1)Aluno: Felipe Dias
Roteiro: Centro 2
Turma: 3M2

O meu grupo ficou responsável pelo roteiro do Centro 2, onde tivemos o privilégio de visitar lugares que fazem parte da história da nossa cidade e não são muito comentados, então, com esse projeto pude ter a experiência de conhecer esses locais, que ficarão marcados. Além do mais, por foto pude conhecer a história de outros lugares, os quais outros grupos ficaram responsáveis de fazer a visita. O que eu pude perceber foi que são muitos pontos turísticos que existem, e que, como eu, talvez muitas pessoas também não conheçam, e me despertou o interesse de conhecer. Eu me senti um verdadeiro turista e percebi que não conheço nem a metade da minha cidade. Pude conhecer a história de negros que viveram aqui e tudo que eles passaram, instrumentos usados por eles, etc. Também pude conhecer um pouco da história da Igreja católica, onde vi esculturas e pinturas do passado muito importantes, as construções antigas e arquiteturas da época. Conheci também o museu de azulejos e cerâmicas com vários tipos de peças, e o mais legal era que em cada lugar que visitávamos, ficávamos mais empolgados e envolvidos com a história do local. Esse trabalho realmente me fez ter um novo olhar sobre Salvador. Aproveitando a oportunidade para agradecer a todos os professores que tiveram essa idéia brilhante de estar incentivando os alunos com uma forma de trabalho.

unnamed (4)Aluno: Murilo Camacam
Roteiro: Centro 2
Turma: 3M2

Agora são 12:42 e estou localizado no Pelourinho, Praça Thomé de Souza. Primeira visita da minha equipe, Palácio Rio Branco, rico em pinturas e desenhos de anjos e com portas magníficas com desenhos de leões na frente, tem uma estátua bem no meio do palácio, o local é enorme mas não tinha guia, então, ficamos apenas com a beleza visual mesmo. A segunda visita foi ao MAFRO, que fica dentro da UFBA. Lá encontramos artefatos sobre os negros e até acontecimentos recentes. A terceira visita foi à Igreja São Pedro dos Clérigos, também não tinha alguém para nos instruir, mas, pude perceber que a Igreja é rica em imagens de Santos e um aspecto banhado a ouro. A última visita e não menos importante foi ao Museu Udo Knoff, onde pude perceber que o rapaz é brabo e catador de azulejos magníficos, fui super bem informado pela pessoa que guiou e pude ver que pequenas coisas podem ter um valor enorme aos olhos de quem vive a arte.

unnamed (3)Aluna: Vitória Paim
Roteiro: Centro 2
Turma: 3M2

O projeto foi necessário não apenas em questões de nota e por ser um trabalho avaliativo. Mas também, por permitir que os alunos estudem em um ambiente diferente, que não seja a sala de aula. O projeto nos fez pensar e estudar, além de nos mostrar locais que muitos não tinham um conhecimento tão aprofundado. Minha experiência foi incrível. Nossa equipe se divertiu do início ao fim, pudemos conversar e debater sobre ideias e todos se empenharam e participaram de uma forma ativa. No Palácio Rio Branco, pude finalmente conhecer a famosa paisagem. É realmente de tirar o fôlego… local muito bonito e bem preservado. Infelizmente em questões de conhecimento não pudemos desfrutar, pois, não havia um guia para nos contar a história do local. Porém, através de pesquisas, pudemos saber um pouco mais. Logo em seguida, fomos ao MAFRO. Fiquei um pouco supresa com as histórias contadas pela moça que nos guiou no local. Muitas pessoas se sentem incomodadas em estar ali e evitam ao máximo saber demais, por puro racismo/preconceito. Porém, muito lindo, bem organizado, e encantador. A Igreja também, nem se fala! Cada detalhe, cada cor, cada espaço… tudo muito belo e encantador! Também não obtivemos muita informação lá, tivemos que recorrer a pesquisas individuais, porém, só de ter conhecido pessoalmente já valeu a pena. E o museu é um encanto atrás do outro. Tanto a história de Udo Knoff, quanto o local em si. Foi o que eu, particularmente, mais gostei de todos. Pois se encontra nas ruazinhas do Pelourinho, e fica bem escondidinho. Quem passa por fora nem imagina o tanto de riqueza visual e intelectual que possui ali. Fico feliz por ter participado do projeto. Apesar de trabalhoso, foi muito produtivo e rico em conhecimento, beleza e diversão. Espero ter oportunidades parecidas no futuro. Conhecer a minha cidade um pouco mais fez toda diferença!

67898b79-827f-4a0f-8639-4cd799a81521Nome: Yohan Cairo
Roteiro: Centro 2
Turma: 3M2

Estamos no pelourinho, Praça Thomé de Souza, já que nosso grupo ficou responsável pelo visitação do Centro 2. Nossa primeira visita foi ao Palácio Rio Branco em que tivemos a oportunidade de ver uma verdadeira obra de arte onde cada peça e cada detalhe mostravam uma beleza “diferente”, com alguns aspectos antigos da nobreza, já que a gente não poderia ver todos os detalhes pela falta do guia, tivemos que nos contentar com o térreo e com a bela vista da Baía de Todos os Santos, que pode ser vista na “varanda” do Palácio. A segunda visita foi ao Museu Afro-Brasileiro ou somente MAFRO, onde fica localizado dentro da UFBA. Lá pudemos ver com a ajuda de uma guia que facilitou o nosso entendimento sobre diversos aspectos artísticos, históricos e até sócias das culturas africanas e sua influência na cultura brasileira e também não perdendo os detalhes de acontecimentos recentes, nos informando sobre a nossa sociedade “opressora”. A Igreja São Pedro dos Clérigos foi a nossa terceira visita, também, assim como no Palácio, não encontramos nenhum guia. Logo ao entrar, pudemos notar nos altares que contém um estilo neoclássico, no centro do altar eu pude identificar a imagem da Nossa Senhora da Conceição. E, por último, foi a nossa visita ao Museu Udo Knoff, onde nós fomos informados que o Museu era uma coleção do ceramista alemão Horst Knoff, lá abrigava uma coleção de azulejos de várias origens, assim como telhas, jarros e matérias para se produzir azulejos. O guia com certeza nos ajudou a entender mais sobre cada obra e oque levou a Horst a criá-las.

APRESENTAÇÃO

O projeto “Um novo olhar sobre Salvador” compreende diversas áreas do conhecimento. Trás à tona questões e curiosidades as quais, dificilmente, nos atentamos em nosso dia a dia, e outras, que estão presentes em grande parte dele, porém, passam batidas muitas vezes em prol da correria, ou simplesmente pela falta de “interesse” da população como um todo. Nós, equipe responsável pelo Centro 2 da turma 3M2 do Colégio Estadual Thales de Azevedo, visitamos dois locais bastante conhecidos e frequentados constantemente. E outros dois que nem tanto, mas todos eles muito ricos em história, conhecimento, etc. Primeiro fomos ao Palácio Rio Branco, localizado na Praça Tomé de Souza, seguimos em destino ao MAFRO, presente no Largo Terreiro de Jesus, logo ao lado a Igreja São Pedro dos Clérigos, que se encontra na Praça 15 de Novembro e, por último, no Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, na Rua Frei Vicente. Em nossa página, você encontra os aspectos históricos, geográficos, culturais e o olhar individual de cada componente da equipe, relacionado ao projeto em geral. A equipe agradece desde já.

ASPECTOS HISTÓRICOS

5f29b89e-f17b-478a-ab21-8e08645f6b43Palácio Rio Branco

O palácio primitivo começou a ser construído pelo primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa, em meados do século XVI, para ser o centro da administração portuguesa. No início era de taipa de pilão, recebendo posteriormente pequenas ampliações. Teve várias funções, como quartel e prisão. Abrigou Dom Pedro II, quando este veio em visita a Bahia em 1859. No fim do século XIX, ainda ostentava a velha fachada colonial portuguesa, símbolo de decadência na nascente República. Recebeu então uma profunda reforma, ficando pronto em 1900, na gestão do governador da Bahia, Luís Viana. Passava então a exibir um nobre e imponente estilo neoclássico, bem ao gosto francês. Em 10 de janeiro de 1912, o palácio foi um dos pontos atingidos pelo bombardeio efetuado na cidade do Salvador, a mando do Presidente da República Hermes da Fonseca. O prédio ficou praticamente em ruínas. Entre as várias perdas, a mais dolorosa foi a destruíção do rico acervo de livros raros que ficava na parte térrea. Depois daí, começou a reconstrução, sendo reinaugurado pelo governador Antônio Muniz Sodré de Aragão, em 1919. O palácio reerguido recebeu o nome de “Rio Branco”, em homenagem a um dos maiores estadistas brasileiros, o Barão do Rio Branco. Em 1984 foi feita uma restauração completa no prédio, devido ao péssimo estado de conservação em que se encontrava. Hoje abriga a Fundação Pedro Calmon, a Fundação Cultural do Estado da Bahia e o “Memorial dos Governadores”.

Fonte: https://www.wikipedia.org

9e7ce7d4-a989-4f00-a474-77bfdc2da54cMAFRO

O Museu Afro-Brasileiro de Salvador foi inaugurado em 7 de janeiro de 1982, pela então Diretora do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO), Drª Yeda Pessoa de Castro, através de um acordo entre os Ministérios das Relações Exteriores e da Educação e Cultura do Brasil, o governo da Bahia, a prefeitura da cidade do Salvador e a Universidade Federal da Bahia. Trata-se de uma instituição que se propõe defender, estudar e divulgar tudo o que se relacione com temas afro-brasileiros. Para esse fim, dispõe de uma coleção de peças de origem ou inspiração africana, ligadas quer ao trabalho e à tecnologia, quer à arte e às religiões. Neste campo, há também lugar a objetos de origem brasileira, relacionados com a religião afro-brasileira da Bahia, incluindo um conjunto de talhas em cedro de autoria de Carybé, 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia. O museu, que foi primeiro organizado por Pierre Verger, está instalado no edifício da primeira escola de medicina do Brasil, que hoje é propriedade da Universidade Federal da Bahia e localizada no Terreiro de Jesus, Centro Histórico de Salvador.

Fonte: https://www.wikipedia.org e entrevista no local.

3c79d3fc-09ec-4722-bf3d-b6403720e3eeIgreja São Pedro dos Clérigos

A irmandade surgiu no século XV, na Península Ibérica, e seus membros eram conhecidos como presbíteros seculares do hábito de São Pedro. A finalidade principal dessa irmandade é de cuidar de padres idosos, doentes ou já aposentados e que não pertençam a nenhuma ordem religiosa específica. Como padroeiro, foi escolhido São Pedro, o principal dos apóstolos que seguiram a Cristo. No Brasil, a Irmandade de São Pedro dos Clérigos de São Salvador da Bahia foi instaurada ainda no século XVI, durante o episcopado de Dom Antônio Barreiros, terceiro bispo brasileiro, no Terreiro de Jesus, Pelourinho. As tendências artísticas da época podem ser notadas nos altares e no arco cruzeiro, que são entalhados numa transição entre o estilo rococó e o neoclássico. Ocupando posição central no altar-mor, há uma imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, e nas laterais da capela-mor há duas grandes imagens dos apóstolos São Pedro e São Paulo. Missas: segundas e quintas, às 16h30 e domingos, às 11h. Visitação: seg a sex – 9 às 12h e 14 às 17h. Taxa visitação: 3,00.

Fonte: https://www.google.com.br/amp/s/patrimonioespiritual.org/2015/10/21/igreja-de-sao-pedro-dos-clerigos-salvador-ba/amp/

8bf0e382-253f-4a5b-bb19-2c0a8c453ccbMuseu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica

Dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista. “A coleção do mestre Udo Knoff é, sem dúvida alguma, uma das grandes preciosidades acolhidas pela Bahia”, declarou a especialista em azulejaria Zeila Maria de Oliveira Machado. Completa a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de azulejaria e cerâmica é o resultado da coleção particular do ceramista Udo Knoff, natural da Alemanha, radicado na cidade do Salvador, Bahia, desde o ano de 1952.“ Ao vender sua coleção, Udo Knoff acreditava que a criação de um Museu de Azulejo seria a melhor forma de preservá-la, além de possibilitar a abertura de um espaço de oficinas como meio de educar a comunidade para respeitar e valorizar tal acervo”, explica Ana Liberato, diretora da Dimus. Contendo peças de autoria do ceramista, além de azulejos dos séculos XVII ao XX de origem portuguesa, inglesa, francesa, holandesa, mexicana e belga, telhas vitrificadas, pratos, jarros e reproduções de azulejos antigos, o acervo do museu foi recolhido em grande parte de casas em processo de demolição no estado da Bahia. No ano de 1994, o Banco do Estado da Bahia (BANEB) adquiriu parte da coleção e inaugurou o Museu BANEB de Azulejaria e Cerâmica Udo Knoff. Após cinco anos, a Instituição passou por processo de privatização e esse acervo foi doado ao Instituto do Patrimônio Artístico Cultural da Bahia (IPAC). Em 2003 o museu foi reaberto com novo nome: Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica. Desde então o museu vem apresentando o acervo de forma sistemática. A proposta é exibir a coleção, identificando os azulejos e as peças de criação do ceramista Udo Knoff. Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado.

Fonte: https://www.guiadasartes.com.br/bahia/salvador/museu-udo-knoff-de-azulejaria-e-ceramica e entrevista no local.

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