Diário de Bordo

Diário de bordo : nossa equipe iniciou as visitas tendo como primeiro local a igreja da ordem terceira de São Domingos Gusmão , colhemos informações necessárias sobre o local e tiramos algumas fotos de pontos importantes da igreja . Saímos com uma nova visão sobre a arquitetura do local que nos surpreendeu muito pelo seu estilo .

Após essa visita , no mesmo dia visitamos a igreja e convento da ordem terceira de São Francisco , repetimos o processo de colher informações e tirar fotos , aproveitamos bastante o momento para conhecer um pouco da história da nossa cidade também , o que foi muito proveitoso . Encerramos duas visitas no dia 10/7.

Após as duas últimas visitas nos reunimos novamente no dia 15/07 para visitarmos os últimos dois locais ( centro cultural solar ferrão e museu de arqueologia e etnologia da UFBA ) .
Primeiramente visitamos o centro cultural solar ferrão , onde repetimos nosso roteiro de colher as informações do local e tirar fotos dos pontos mais importantes e significativos , o mais uma vez saímos com um aprendizado tanto no contexto histórico quanto no cultural .
Logo depois dessa visita , a equipe se dirigiu ao museu de arqueologia e etnologia da UFBA , realizamos nosso processo de coleta de informações e fotografia dos pontos mais importantes do local , e pesquisamos sobre a influência indígena para Salvador .

O grupo em alguns momentos se dividiu , porém o trabalho saiu como esperado , e cumprimos o nosso ônus com êxito .

Centro Histórico – Aspectos Gerais Históricos e Geograficos

Centro Histórico de Salvador (CHS) compreende a área histórica da cidadede Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia, composto por ruas e monumentos arquitetônicos da época do Brasil Colônia. Abrange áreas do Pelourinho, da Sé, Terreiro de Jesus, Largo do São Francisco e Santo Antônio Além do Carmo. A via principal de acesso é a tradicional Rua Chile, que inicia na Praça Castro Alves e termina na Praça da Sé. É o maior conjunto arquitetônico do período colonial da América Latina, sendo um local altamente turístico com museus, lojas, centros culturais, igrejas, apresentações musicais, variadas opções gastronômicas e de hospedagem e comércio de souvenirs em meio aos diversos casarões e sobrados coloniais.

A região é extremamente rica em monumentos históricos que datam do século XVII até o início do século XX. Isso porque Salvador foi a primeira capital colonial do Brasil e a cidade é uma das mais antigas do Novo Mundo (fundada em 1549 por colonizadores portugueses). Foi também um dos primeiros mercados de escravos do continente, que chegaram para trabalhar nas plantações de açúcar e, posteriormente, para a extração de ouro nas Minas Gerais.

Esta área está na parte mais antiga da cidade, entre a Cidade Baixa e a Cidade Alta de Salvador e pelo qual existe o Elevador Lacerda para interligá-lo. Ela compreende várias ruas, ladeiras e becos em torno da Praça Municipal, Barroquinha, Avenida J.J. Seabra, Avenida Sete de Setembro e Comércio.

Entre 1938 e 1945, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) promoveu o tombamento de vários monumentos como patrimônio nacional, o que não foi suficiente para impedir a sua degradação. Isso se acentuou principalmente depois de 1960, quando o local perdeu importância para as novas áreas de expansão urbana. Somente em 1984 o IPHAN promoveu o tombamento de uma área extensa, de 80 hectares, necessária para que a UNESCO declarasse esse sítio Patrimônio Mundial, em 1985. Desde então, o local passa por vários processos de restauração e revitalização, visando a preservação da área histórica da cidade.

A cidade foi fundada em 1549 por Tomé de Sousa para ser a sede do governo português no Brasil. Sua construção se deu inicialmente em cima de uma escarpa, de forma que ficasse protegida de ataques inimigos, e o primeiro traçado das ruas da cidade é creditado ao arquiteto português Luís Dias. Depois, a cidade se expandiu em direção ao mar, ocupando uma estreita faixa costeira. Nascia aí a divisão de Salvador em cidades Baixa e Alta. A ligação entre essas duas cidades sempre foi complicada. Com o tempo, foram abertas ladeiras e caminhos, construídos guindastes e, em 1872, construído um dos principais cartões-postais da cidade, o Elevador Lacerda, hoje totalmente integrado à paisagem e ao cotidiano do povo soteropolitano.

fase monumental de Salvador, nas palavras do historiador da Arte estadunidense Robert Chester Smith, se inicia em meados do século XVII, com a transição do estilo arquitetônico renascentista para o barroco. As principais igrejas, solares e monumentos são construídos nesse período, entre eles a a Igreja do Carmo, a Igreja e Convento de Santa Teresa, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, a Casa de Câmara e Cadeia, o Palácio do Governador o Terreiro de Jesus e a série de sobrados e construções do Pelourinho, entre outros.

 

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Centro_Histórico_de_Salvador

Acervo Fotográfico das Visitações

Igreja e Convento Ordem 3ª São Francisco

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Igreja Ordem 3ª São Domingos de Gusmão

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Centro Cultural Solar Ferrão

e

Museu Abelardo Rodrigues

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Museu de Arqueologia e Etnologia da UFBA

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Museu de Arqueologia e Etnologia

WhatsApp Image 2018-08-10 at 16.14.46 (2)O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) foi criado em 27 de setembro de 1983 pelo professor Valentin Calderón, um dos primeiros coletores sistemáticos de material arqueológico. O Museu foi aberto logo após a morte do professor. Inicialmente, o MAE foi pensado para atender as variantes da vida acadêmica e da pesquisa científica, tanto na área arqueológica quanto na etnológica, sobretudo no que diz respeito à cultura indígena. “A vocação do Museu está relacionada com essa perspectiva de investigação e disposição das culturas indígenas brasileiras”, afirma o atual diretor do MAE, Cláudio Pereira.

Ele conta que parte da coleção de etnologia foi coletada pelo professor Pedro Agostinho e outra parte considerável por Valentin Calderón – ambos possuem exposições de longa duração no Museu. O MAE foi criado para auxiliar a pesquisa acadêmica. Porém, com o passar do tempo, perdeu sua perspectiva de pesquisa. Atualmente o Museu basicamente promove extensão.

http://www.agendartecultura.com.br/museu-de-arqueologia-e-etnologia/

Museu Abelardo Rodrigues

Museu Abelardo Rodrigues é um museu brasileiro que ocupa o Solar Ferrão, no Pelourinho, Salvador. O órgão é vinculado ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) e seu acervo está focado na arte sacra produzida no Brasil.

Foi inaugurado a 5 de novembro de 1981, sendo o ato de criação o Decreto nº 27.724.

História

A história do museu tem início ainda em 2 de setembro de 1973, quando o Governo da Bahia enviou uma carta à viúva de Abelardo Rodrigues, manifestando interesse na aquisição das obras colecionadas pelo advogado e que Pernambuco recusara-se a adquirir. Ainda neste mês, a proposta foi registrada em Cartório de Títulos e Documentos, em Salvador, após uma carta do procurador em que a venda era proposta. Em 22 de setembro, a compra foi concretizada, sendo registrada em Cartório no Recife. Neste mesmo dia, o Governo de Pernambuco expediu o Decreto 2.929, desapropriando a coleção. Em 23 de agosto de 1974, o governo pernambucano arrestou a coleção por ordem do Procurador do Estado, Hélvio Mafra, removendo-a de forma descurada—as peças foram embrulhadas peças em cobertores e transportando-as num caminhão de mudanças—da casa do colecionador para uma saleta no Museu do Estado, onde ficaram sob custódia. A saleta era de tal modo inadequada que o decorador Wilton de Souza, encarregado pela Procuradoria do Estado de curar a coleção renunciou (O Estado de S. Paulo, 24 de agosto de 1974, pag. 7). O caso foi para a justiça, tendo o Supremo Tribunal Federal finalmente decidido, em 27 de agosto de 1975, que a posse do acervo pertencia de fato à Bahia. Este processo, envolvendo dois entes da Federação, recebeu à época o epíteto de “Guerra Santa“, dado o conteúdo em disputa.

A 6 de setembro deste mesmo ano, as obras chegam enfim à Bahia, sendo instaladas provisoriamente no Museu de Arte Sacra da Bahia, tendo sua primeira exposição pública ocorrida no ano seguinte, 1976. Em 13 de março de 1980, é finalmente prolatado o decreto de criação do museu, cuja inauguração ocorreu no ano seguinte.

Acervo

Crucifixos em exposição no Museu.

O acervo foi formado por Abelardo Rodrigues, advogado pernambucano e colecionador, uma das maiores coleções de arte sacra do Brasil. Houve uma disputa judicial entre Pernambuco e Bahia pela posse, sendo o vencedor o estado da Bahia.

A coleção foi transferida para Salvador, ficando por seis anos sob a guarda do Museu de Arte Sacra da Universidade Federal da Bahia. Compunha-se de 808 peças de arte sacra brasileira, nas seguintes modalidades: imagens, crucifixos, oratórios, maquinetas, pinturas, etc. O acervo era chamado por seu proprietário, Abelardo Rodrigues, de “Corte Celestial”, recebendo este epíteto o próprio Museu, em seguida.

As imagens compõem-se de peças em barro, madeira, marfim, pedra sabão e cerâmica ou materiais conjugados. Em vários estilos de época, prevalece o barroco, com a principal característica de assinalar o trabalho do artesão brasileiro.

Instalações

O prédio onde está situado o museu constitui, por si, em importante monumento arquitetônico e histórico. O solar é tombado pelo IPHAN, como patrimônio arquitetônico nacional.

Para o historiador e professor da UFBA, Dr. Luiz Alberto Ribeiro Freire, “O salão principal do Solar Ferrão com suas colunas torsas é palco mais que perfeito para o teatro barroco das imagens eleitas pelo colecionador Abelardo Rodrigues“.

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Abelardo_Rodrigues

Centro cultural Solar Ferrão

Solar Ferrão é um edifício situado no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador, capital do Estado brasileiro da Bahia, e que integra o patrimônio nacional tombado pelo IPHAN. No prédio está instalado o Museu Abelardo Rodrigues, de arte sacra.

Situa-se na esquina entre a rua Gregório de Matos e a Ladeira do Ferrão.

Histórico

Sua construção foi iniciada em fins do século XVII pelo rico comerciante português Antônio Maciel Teixeira, quando a cidade vivia o auge de crescimento derivado do ciclo da cana-de-açúcar. Foi residência da família Maciel até o ano de 1756, quando passou a ser sede do seminário dos jesuítas de Salvador. Entre 1793 e 1814 foi residência de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco – que lhe emprestou o nome atual. Passou por diversos usos e donos até sua aquisição pelo Governo Estadual, em 1977.

O Solar é um casarão nobre construído entre os séculos XVII e XVIII, localizado numa zona de grande declive, tendo por isso três pavimentos na frente e seis no fundo, além de um porão. Na fachada principal abrem-se duas portadas, datadas de 1690 e 1701, decoradas com volutas e relevos. O piso mais alto tem janelas com sacadas e gradis de ferro. No pavimento nobre há cômodos com tetos forrados com painéis de madeira.

Chamado de “A Casa Nobre do Pelourinho” o prédio foi tombado em 1938 pelo Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Segundo a Diretora do Museu Abelardo Rodrigues, a museóloga Graça Lobo, “pela originalidade de seu partido arquitetural e artístico qualificou sua inscrição no Livro de Belas Artes do IPHAN“.

Reformas

Depois de sua aquisição o prédio passou por diversas reformas, que revelaram-lhe peculiaridades arquitetônicas como colunas de arenito torneadas, pinturas nos tetos de salões, vestígios de instalações sanitárias datadas do século XVIII, cloacas, etc.

Em 2008, com a comemoração dos quarenta anos do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia – IPAC – órgão ao qual vincula-se o Museu Abelardo Rodrigues, uma nova reforma foi realizada.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Solar_Ferr%C3%A3o

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Igreja da Ordem Terceira de São Francisco é uma igreja católica da cidade brasileira de Salvador, Bahia.

É um expressivo exemplar da tradição barroca no país, foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e foi uma das indicadas para a eleição das 7 Maravilhas do Brasil. Sua notoriedade advém principalmente da sua fachada ricamente decorada em altos-relevos, um caso único no Brasil. Seu interior foi reformado no século XIX, substuindo-se a decoração original barroca por altares neoclássicos, considerados a obra magna do mestre José de Cerqueira Torres. A igreja faz parte de um dos principais conjuntos monumentais de Salvador, que inclui a Igreja e o Convento de São Francisco, que lhe ficam anexos.

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História

A fundação da igreja se deve à Ordem Terceira de São Francisco, que iniciou suas atividades na Bahia em 1635. Em 1644 a Ordem ergueu sua primeira igreja, que foi substituída pela presente construção. A autoria do projeto é atribuída ao mestre Gabriel Ribeiro, também o construtor do edifício. A pedra fundamental foi lançada em 1º de janeiro de 1702­ e as obras correram com grande rapidez, sendo concluída a estrutura em 2­2­ de junho de 1703. Porém, a fachada só foi finalizada em 1705.

No início do século XIX decidiu-se renovar o interior. Os altares primitivos foram substituídos entre 1827 e 1828 com a talha de José de Cerqueira Torres, e a douração foi contratada em 1830 com Franco Velasco. Em 1833 a Ordem encomendou a Cerqueira Torres a confecção de castiçais, cruzes, ramalhetes e jarras para os altares, num total de 77 peças. Em 1834 José Rodrigues Nunes foi incumbido da pintura e douramento de 54 castiçais, 4 tocheiros, 7 cruzes e 16 jarras, da realização de 4 quadros grandes para as paredes, seis pequenos para os nichos dos altares, e da pintura em imitação de tela de ouro do fundo da capela-mor. Ao mesmo tempo, Cerqueira Torres foi novamente contratado para a realização de painéis e frontões entalhados para os altares. A igreja foi reconsagrada e reaberta em 4 de julho de 1835.

Na mesma época das reformas, a fachada foi toda recoberta de argamassa, considerada fora de moda, sendo esquecida sua decoração original por mais de um século. Em 1932, por acidente, foi redescoberta, quando um eletricista estava fazendo a instalação de luzes. Durante o trabalho, deu marteladas na fachada, fazendo cair parte do reboco. Em 1939 o IPHAN encaminhou o seu tombamento.

Estrutura

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A igreja é precedida de um pequeno adro com cerca de ferro e pilares em alvenaria, ladeando um grande portal de pedra decorado com relevos e um frontão impositivo. A fachada, ricamente ornamentada com relevos, é um caso único no Brasil, remetendo, segundo o IPHAN, às decorações platerescas que tiveram uma voga na Espanha e suas colônias americanas. Ela tem apenas um similar, muito menos rico, na Igreja de Nossa Senhora da Guia, na Paraíba. Porém, a definição do estilo da fachada tem dado margem a controvérsias. O estilo plateresco é uma das ramificações do Maneirismo espanhol, mas alguns autores pensam que se trate de um exemplar tipicamente barroco, e outros a consideram alinhada à corrente churrigueresca.

Sua planta é um exemplo da transição entre a tradição franciscana do século XVII e o das matrizes setecentistas inspiradas na tradição jesuítica. No caso desta igreja, a forte declividade nos fundos do terreno exigiu uma solução nova, instalando a Sala da Mesa (consistório) sobre a sacristia, e esta sobre um ossário. A sacristia liga-se à nave por galerias guarnecidas com três arcadas de cantaria. Possivelmente elas eram abertas para o exterior na época de sua inauguração. Atualmente as arcadas no lado direito da capela‐mor se comunicam com o externo através do claustro, e as do outro lado se abrem para um bloco levantado a partir de 1770, usado como dependências de apoio, construído em virtude da crescente importância e prestígio da Ordem no século XVIII.

A fachada

Pelo seu ineditismo no cenário arquitetônico brasileiro e pela sua e riqueza plástica e iconográfica, a fachada já foi objeto de atenção de vários historiadores. O nível térreo é vazado por três portas em arco redondo, sendo a central mais larga e alta. São fechadas por portas com almofadões em relevo. Sobre as duas laterais se abrem óculos elípticos. As pilastras assumem uma forma de quartelões (pilastras misuladas), com capitéis que ostentam mascarões e são coroados por volutas jônicas. Na aduela do portal do centro há um pequeno medalhão onde consta a data da construção e a inscrição SPPM, que significa “Ao seráfico Pai esta igreja foi construída merecidamente”. Acima deste elemento, os torsos de duas sereias ladeiam uma coroa de espinhos com o monograma IHS, significando “Jesus Salvador dos Homens”.

Este plano é separado do imediatamente superior por uma larga cornija decorada com relevos. Este bloco é muito mais ricamente ornamentado. Os quartelões se sustentam por volumosas mísulas, e seguem para cima com ornamentações em alto-relevo, mostrando na base carrancas (quartelões externos) e querubins (quartelões internos), sustentando atlantes, e terminam com novas mísulas fazendo as vezes de capitéis. As superfícies entre os quartelões são densamente ornamentadas com um intrincado padrão de motivos curvilíneos fitomórficos rodeando grandes coroas reais. Nas laterais se abrem duas portas de feitio retangular, diante das quais há sacadas de ferro trabalhado. Ao centro, num nicho está instalada uma estátua de São Francisco. Acima dele duas sereias sustentam uma coroa real, sobre a qual há uma grande carranca de feições felinas, e acima dela se posta uma águia, de cujo bico pende uma fita com a inscrição Per penitentiam coelo apropinquamus (pela penitência nos aproximamos do céu). Seguindo Percival Tirapeli, os dois atlantes que ladeiam o nicho têm características de divindades pagãs, e poderiam ser divindades fluviais, uma alegoria dos rios pelos quais as riquezas da província eram transportadas. Suas cabeças são adornadas com projeções que lembram asas, e poderiam simbolozar também Hermes, o deus dos comerciantes, uma vez que os comerciantes da capital baiana foram os principais financiadores da construção.

Uma outra cornija saliente separa o bloco recém descrito do frontão, também densamente lavrado, com um escudo do Reino de Portugal ao centro, ladeado de anjos em alto relevo e duas grandes volutas nas extremidades, sobre as quais se erguem pináculos. Ao centro, uma cruz arremata o conjunto. Disse Tirapeli que se trata de “obra singular da arte colonial nos trópicos, surgida da mescla de interesses e vontades de comerciantes mecenas e a criatividade e técnica de artistas locais, a fachada da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência merece sem dúvida a atenção tanto de estudiosos quanto de apreciadores da beleza”.

Interiores

O altar-mor. 

A Sala da Mesa.

A Casa dos Santos.

                                                                    
A decoração interna primitiva, em estilo Barroco, foi substituída em sua maior parte entre 1827 e 1828 por seis altares laterais e uma capela-mor em estilo Neoclássico com talha dourada, que constituem o principal trabalho do mestre entalhador José de Cerqueira Torres, ainda em excelente estado de conservação. A ele também cabem a talha das tribunas, do arco do cruzeiro, da caixa do órgão, dos púlpitos, da grade do coro e os caixotões do teto da nave.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_da_Ordem_Terceira_de_S%C3%A3o_Francisco_(Salvador)

Igreja Ordem 3ª de São Domingos Gusmão

A igreja da Venerável Ordem 3ª de São Domingos Gusmão teve sua construção iniciada em 1731.

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Tem fachada em estilo rococó. Seu interior possui talha neoclássica, que substituiu a primitiva talha barroca.

Sofreu reforma de 1873 a 1888, quando foi aberto uma clarabóia no altar-mor e as talhas douradas do teto foram sacrificadas.

Possui valioso acervo artístico de artistas baianos e mobiliário em jacarandá. O teto ilusionista da nave é obra do mestre José Joaquim da Rocha.

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A Igreja fica no Terreiro de Jesus.

http://www.bahia-turismo.com/salvador/igrejas/sao-domingos-gusmao.htm

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